sexta-feira, 9 de julho de 2010

Tradução de tirar o chapéu


Um dos momentos angustiantes da vida do editor que trabalha com originais estrangeiros é dar de cara com uma tradução, digamos assim, "mais ou menos". Às vezes somos críticas demais, mas quase sempre estamos sendo apenas justas na nossa exigência. Seja no dia a dia do nosso trabalho, seja na comparação de uma edição em português de um livro que compramos para as nossas crianças (ou para nós mesmas) com o original dele, quando vemos uma tradução malcuidada, ficamos desanimadas. Mas, por outro lado, quando vemos uma tradução bem feita, o sorriso vai de uma orelha à outra, e logo compartilhamos a história de sucesso entre nós. E isso foi o que vim fazer aqui agora: compartilhar com vocês a descoberta recente de uma tradução de tirar o chapéu. Depois de ter terminado de ler o original do livro "James and The Giant Peach", do Roald Dahl, comprei a edição traduzida, publicada pela Editora 34, e comecei a lê-la para os meninos na hora de dormir. Que tradução boa! A pessoa que fez o copydesk, como sempre, também teve sua parcela de contribuição no resultado, portanto publico aqui o nome da tradutora (Angela Mariani), assim como o da copydesk (Maria Angela Bacellar). Parabéns para as duas e para a Editora 34.
(Pettengill)

Estreia hoje!


Quem diria! Shrek virou um homem de família. Em Shrek para sempre, o capítulo final, saudoso de sua vida antes do casamento, o ogro assina um pacto com o duende Rumplestiltskin e se vê em uma versão deturpada do reino de Tão Tão Distante. Lá, os ogros são caçados e Fiona e Shrek perdem seus postos, pois Rumplestiltskin se torna o rei. E só Shrek pode salvar os amigos, o reino e a mulher. Eu e os meninos estamos doidos para ver! (Klar)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Espertos desde cedo


Recebi ontem um e-mail sobre um curso de Educação Financeira para Crianças que acontecerá no dia 21 de agosto, no Rio. E fiquei me perguntando: será que vale a pena? Das 14h às 18h, (mini) alunos de 7 a 11 anos aprenderão: o que é dinheiro e para que serve; de onde vem o dinheiro; como cuidar do próprio dinheiro. Elas também vão participar de uma gincana para ajudar o personagem Dinheirito (o da ilustração acima) a conseguir dindim para comprar suas coisas preferidas. Para saber mais, acesse www.kodja.com.br. (Klar)

Literalmente, sem palavras


Embora, naturalmente, eu ame as palavras, não posso deixar de mencionar e louvar uma das mais vívidas expressões da máxima "Uma imagem vale mais que mil palavras": trata-se de Espelho, da premiadíssima ilustradora sul-coreana Suzy Lee, a "fada do lápis e do carvão", da Cosac Naify. Os outros livros dela também são maravilhosos, mas fiquei simplesmente apaixonada por este. Impossível não ir fundo nessa viagem sem palavras! Só mesmo vendo... (R.Z.)

terça-feira, 6 de julho de 2010

Cocô do bem


A literatura não é nem deve ser subjugada pelo politicamente correto. Se ela é a expressão do humano, por direito lhe cabem algumas de nossas "desvirtudes" - guardadas as devidas proporções, no caso da literatura infantojuvenil especificamente; afinal, quem há de culpar pais e professores por se preocuparem em "ensinar" o bem aos pequenos? Ah, mas quem não sente o conforto de ver que não somos só nós que temos um lado "lobo mau" ao surpreender um "malfeitozinho" em uma história? É o que acontece em Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela, do alemão Werner Holzwarth, com ilustrações de Wolf Erlbruch. Nele, uma toupeirinha empreende uma investigação com um propósito não muito louvável... Mas, descansemos ó pais preocupados: o livro é um Título Altamente Recomendável pela FNLIJ. E só o título já é uma delícia para as crianças, que adoram ver e falar daquilo que em em geral reprimimos. O livro, da Companhia das Letrinhas, está disponível em duas versões: simples e pop-up. (R.Z.)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Coisa de menina


Foi feito por mim! ensina as meninas a costurar, bordar, tricotar, criar acessórios e caixas de costura. E ainda explica passo a passo as técnicas de costura, com as quais as crianças podem aprender a fazer bolsas personalizadas, camisetas decoradas e bonequinhas bordadas. Bem fofo! (Klar)

Bela bruxa


Em tempos de Copa do Mundo e de menos tempo para tudo, andamos meio sumidas esta semana, mas já estamos de volta. Hoje vou falar de um livro que não é lançamento, mas é um supersucesso lá em casa: é o Bruxa, Bruxa, venha à minha festa, da Arden Druce, com ilustrações fabulosas (adjetivo no clima da nossa seleção!) de Pat Ludow. O livro é da Brinque-Book e a história é de uma festa diferente, contada com repetições que, além de dar um ritmo gostoso, permitem à criança participar da leitura. A Bia, que vai fazer 5 anos, refere-se ao livro como "aquele que eu sei ler". Mas o que cativa mesmo crianças e adultos são as ilustrações, que de tão medonhas são lindas!!! Todas as vezes em que o lemos, as crianças examinam as páginas, fascinadas. Pela capa, já dá para ter ideia, não é? (R.Z.)